... to be loved.

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One and only.

Se eu estou em seu pensamento, você lembra das palavras que digo.
Se perde no tempo ao ouvir meu nome.
Será que vou saber como é ter você por perto e te ouvir dizer que vai comigo para o caminho que eu escolher?
Eu não sei porque eu estou com medo, já senti isso antes. Cada sentimento, cada palavra, já imaginava tudo.
Você nunca vai saber se não tentar perdoar o passado e simplesmente ser meu.

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Porque eu sei que é amor.


Eu não peço nada em troca
Porque eu sei que é amor
Eu não peço nenhuma prova

Mesmo que você não esteja aqui
O amor está aqui
Agora
Mesmo que você tenha que partir
O amor não há de ir
Embora

Eu sei que é pra sempre
Enquanto durar
Eu peço somente
O que eu puder dar

Porque eu sei que é amor
Sei que cada palavra importa
Porque eu sei que é amor
Sei que só há uma resposta

Mesmo sem porquê eu te trago aqui
O amor está aqui
Comigo
Mesmo sem porquê eu te levo assim
O amor está em mim
Mais vivo

Eu sei que é pra sempre
Enquanto durar
Eu peço somente
O que eu puder dar

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Eu quero me apoiar em algo que não vá terminar ou se desfazer como os pedaços do meu coração.

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Sometimes I don’t remember. Why can’t I forget?


Em dias chuvosos como este, eu fico pensando na falta que você me faz e isso acaba cada vez mais comigo.
Se soubesse que, a cada situação, eu lembro dos dias que andávamos um ao lado do outro, compartilhando o mesmo guarda-chuva e rindo do nosso estado no momento: ensopados, encontrando detalhes nas coisas e, mesmo assim, tudo estava perfeito, porque dias como aqueles nos lembravam o primeiro dia de todos. E também lembravam todas as vezes que passamos juntos tomados pelo tédio de não poder sair e gritar a alegria de nos amarmos, mas pela felicidade e alívio em acordar e ver que você estava ali, esperando para mostrar que tudo era tão lindo em forma de um sorriso.

Eu sinto tanta falta que, mesmo depois de anos, isso ainda me faz chorar como da última vez que te encontrei.
Cinthya Martins - Em 22 de abril de 2012

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Eu não faço a menor ideia do que vejo em você, mas também não faço ideia do que não vejo.

“Eu posso ter um cara mais gostoso, como de fato já tive milhares de vezes. Mas por alguma razão prefiro suas piadas velhas e seu jeito homem de ser. Você é um idiota, uma criança, um bobo alegre, um deslumbrado, um chato. Mas você é homem. E talvez seja só por isso que eu ainda te aguente: você pode ter todos os defeitos do mundo, mais ainda é melhor do que o resto do mundo.
Aí a gente, sem saber ao certo o que está fazendo ali, mas sem lugar melhor para estar, acaba pulando o cinema que nunca existiu e indo direto ao assunto. O mesmo assunto de quatro ou cinco anos que, assim como as suas piadas, nunca cansam ou enjoam.
(…) Todas as vezes que te vi, nesses últimos quatro ou cinco anos, eu sempre me apaixonei por você. Eu sempre estive pronta pra começar algo, pra tomar um café de verdade, pra passear de mãos dadas no claro, pra poder te apresentar ao sol sem receber mensagens de gente louca ou olhares curiosos, pra escutar uma piada nova. (…) Eu nunca vou entender. Eu nunca vou saber porque a vida é assim. Eu nunca vou entender porque a gente continua voltando pra casa querendo ser de alguém, ainda que a gente esteja um ao lado do outro. Eu nunca vou entender porque você é exatamente o que eu quero, eu sou exatamente o que você quer, mas as nossas exatidões não funcionam numa conta de mais.
Eu só sei que agora eu vou tomar um banho, vou esfregar a bucha o mais forte possível na minha pele e vou me dizer pela milésima vez que essa foi a última vez que vou ficar sem entender nada. Mas aí, daqui uns dias, igual faz há uns cinco ou seis anos, você vai me ligar. Querendo pegar aquele cineminha, querendo me esconder como sempre, querendo me amar só enquanto você pode vulgarizar esse amor. Me querendo no escuro. E eu vou topar. Não porque seja uma idiota, não me dê valor ou não tenha nada melhor pra fazer. Apenas porque você me lembra o mistério da vida. Simplesmente porque é assim que a gente faz com a nossa própria existência: não entendemos nada, mas continuamos insistindo.”

Tati Bernardi